Havia no meio do tempo
Um templo
Erigido de ossos, músculos, órgãos e água
Onde o universo colocou no centro um pulsar
E em volta insuflou a alma de si mesmo
Num ponto Infinitamente pequenorgânico
Em uma das torres do templo
Colocou duas lunetas
Para que pudesse olhar pra tudo
E regozijar-se de enxergar-se em tudo
Na outra torre colocou uma luz
Atravessando os polimultiversos
Em tudo um tremor, um pulsar, uma vertigem, uma vibração.
E em volta do templo colocou uma manta tênue
Unindo as esferas.
Simplesmente maravilhoso, Andrey.
O infinito vivenciando o finito.
Uma linguagem poética sobre o não dualismo. Obrigada. Abraço fraterno .
Márcia Falcão ( irmã de Sérgio Falcão)
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