Uma forma defronta-se com o homem e anseia tornar-se uma obra por meio dele. Ela não é um produto de seu espírito, mas uma aparição que se lhe apresenta exigindo dele um poder eficaz. Trata-se de um ato essencial do homem: se ele a realiza, proferindo de todo o seu ser a palavra~princípio EU~TU à forma que lhe aparece, ai então brota a força eficaz e a obra surge. (Buber, 1974, p.11)
… e aí dá-se a linha da vida…
Agulhas e linhos, fantasmas e intuições à espera de desejos instituintes. Simples e belo.