Movimiento És Vida!

Publicado: 07/04/2021 em Uncategorized

“O Universo Conspira a nosso favor. O que é que tu quer mais?”

Parece que de tempos em tempos temos que olhar pra trás, ver o que foi possível e o que foi impossível e reorganizar o nosso mundo. Parar um pouco, pensar, redefinir metas. Avaliar o aqui e o agora. Olhar o entorno, para ver o quanto de vida foi agregada. Olhar-se no espelho e observar a comensura do tempo. Reiniciar o sistema e aguardar o reboot do carregamento do programa. Pegar tudo o que foi bom e guardar, tudo o que foi ruim e re-inventar. Uma forma boa de olhar bem, as vezes, é colocar-se no lugar do outro, e na grande maioria das vezes, você estará um passo em relação ao outro. As correntes do mundo as vezes são injustas para parte das pessoas, e os que sobrevivem com saúde, principalmente a mental, são os grandes iluminados. Ter uma mínima noção da complexidade e multidiversidade do mundo é um privilégio, e por algum disparate, parte das pessoas passa boiando nessa grande sopa simbólica sem a vontade avassaladora de despir-se. E alguns mínimos, de tão avessos, obtusos e desesperados, querem destruir o mundo, negacioná-lo, apagar tudo aquilo que seja afirmação a Vida e eclipsar a própria Luz.

Ficar nu, eis aí uma grande conquista. As vezes é tanta roupagem, de tantas vestes de pele alheia, que o sujeito não encontra a própria carne, e fica tão obnubilado que veste os próprios músculos do avesso. E então sai dançando uma valsa de gestos, quando a proposta nem era exprimir sentimentos forçados para passar no detector de metais. Alguns dizem que esses falsos sorrisos que desvelam as máscaras, é o que os nossos ancestrais entendiam tratar-se do fantasma na máquina, ou para os pós cybernéticos: Ghost in The Shell.

O que mais me impressiona é que TUDO! Pode não ser nada disso. Sabe, essa coisa da dúvida, de duvidar sempre, como se fosse um sopro vital. Essa necessidade permanente de decifrar o enigma como se isso de fato fosse o único propósito. As vezes acho que é isso que mantém a chama acessa. Nunca parar de tentar decifrar o enigma, ou parar, somente quando você for parado, ou seja: só quando for de dentro pra fora que a chama cessar, aí sim, quando o sopro for de dentro pra fora, você responde de fora pra dentro, assim mesmo… como uma respiração, como uma máquina de absorver oxigênio, como se o oxigênio fosse um alimento. E esse oxigênio queimasse dentro de você. E essa queima insuflasse na membrana viva como uma chama expandindo os átomos do ar dentro de um balão. E aí você fosse subindo, tipo ultrapassando as camadas da atmosfera, isso mesmo, você de alguma forma vencesse essa força que te prende ao solo, que te puxa para o núcleo, pro centro da terra. E você conseguisse ter menos peso, menos empuxoaocentro, menos essa vontade de cair que te faz tropeçar na própria perna e andar, e isso te fizesse dar um passo a frente num balé de ossos. E houvesse uma música tocando, e você pudesse rodar em rodopios em vórtex. E você visse formar-se os espirais que existem tanto no mundo do meio, quanto no mundo de baixo e no mundo de cima. Como se esse vórtex fosse o teu verdadeiro sentido, mas não só o teu, mas o sentido de qualquer gota neste oceano infinito que é o cosmos. E lá, na vibração da vibração da vibração, em vórtex, você ouvisse um som ômico, que revelasse uma paz, uma paz atemporal, uma paz sem início e sem fim. Uma paz infinita…

E essa sensação de ser uma vibração que pulasse da boca de um sino, fosse o dínamo que mantivesse o teu corpo vivo, :v:i:b:r:a:n:d:o: em m~o~v~i~m~e~n~t~o. Movimiento és vida! Ouroboros em Déjà Vu.

A procura da poesia

Publicado: 01/02/2021 em Uncategorized

Poema é o que está escrito.

Poesia é o que você sente

°v^ê°

‘t’r’a’n’s’p’i’r’a’

imagina

goza

suspira

transmuta

transubstancia

vive.

Eu escrevo poemas que podem transformar-se

alçar ^vôos^

precipitar-se…

.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’.’

em poesia.

o  p.o.e.m.a
      
                  …… é po-e-ma.                                                

Só   é    p°o•e✓s^i=a…

aos teus ÓlhÔs.

Outras, tem certeza!

Eu pelo meu lado só tenho dúvidas

E duvido de quase tudo

Mas ainda me banho na energia do sol

Me lambuzo num sorriso

Me extasio com a criatividade da vida

Sublimo com o gozo

E me perco extravagantemente no amor

Se me dissessem que hoje

Era o tão temido dia derradeiro

Eu o cumprimentaria

Como quem guardou um lugar

Para encontrar um amigo.

Normalidade

Publicado: 18/10/2020 em Uncategorized

“Não é sinal de saúde ser bem ajustado em uma sociedade profundamente doente.”

“Não voltaremos a normalidade. Porquê a normalidade é o problema”

A inteligência da vida vai buscando novas saídas, assim como o vírus COVID-19, que nesta pandemia, vai se transmutando e desorganizando para reorganizar esta configuração humana sobre gaia.

A tecnologia mais inovadora de todos os tempos é o amor.

A nova vida – para Elis

Publicado: 18/10/2020 em Uncategorized

Sem dizer uma só palavra

Levantar um único argumento

Você mudou a minha forma de enxergar o mundo

Chorei tanto e tantas vezes
A ausência de um sentido
Tentei decifrar minhas lágrimas

Construí castelos de areia
Mas também plantei árvores
E fiz alguns poucos amigos

De todo, fui feliz algumas vezes
Pétalas, dentes de leão ao vento
E ensaiei tantas vezes a despedida

Tentei construir pontes
que levassem a mim mesmo
A melhor delas desmoronou num abismo
e vislumbrei-me no Vórtex

Tentei muitas vezes comunicar-me com o Grande Arquiteto
Os momentos mais significativos
Em que julguei encontrar uma resposta
Foi sempre dançando
Em rodopios… Sufi

√há-braços…abertos√… ~o~n~d~a~s~

Quando uma voz sublime
de dentro de mim
Entoava uma réplica (*)

E eu escutava o meu silêncio
Profundamente

Nestas horas eu me abraçava nos braços da paz

A minha felicidade hoje é minha semente ter germinado no meu amor e fazer-se gente

E ainda no útero
ouvir a minha voz
Essa é a minha grande alegria

Minha Petit Mort
Transformou-se através da vida do meu grande amor em uma outra vida

Pulsando com um coraçãozinho acelerado, quase explodindo
Um novo ser
Enquanto seu pai apenas se despede e chora

Uma despedida que é ensaio
Ainda não é despedida ainda

E as vezes me pergunto
Porque é que não abracei deslumbradamente a vida, quando a vida me abraçava

Ou abracei…

“Pare de ser tão pequeno, você é o movimento em êxtase universal!” Rumi *

Canto a Ogum

Publicado: 24/03/2020 em Uncategorized

De um lado os que choram pelos que morrem e pelos que vão morrer, e do outro, os que debocham dos que choram pelos que vão morrer. Enquanto os mais ricos (“a elite”) tratam a todos como um imenso rebanho, um imenso gado humano. Povo marcado eh! Enquanto o funâmbulo vai pulando de um lado ao outro, com a sua sombrinha verde e amarela, achando lá no fundo, que está mesmo é fazendo graça entre os cadáveres, sob os olhares perplexos da nação acuada. E lá no fundo essa besta, seguida por tantos cegos, só quer mesmo é continuar comendo essa gente pobre, essa gente desgraçada, essa gente saída da senzalas, dos canaviais e coqueirais, essa gente saída das matas e dos rios das favelas. Eh vida de gado, povo marcado eh! Arre! Arre! Arre! Sob o assoalho dos ricos que nem moram aqui, pois venderam sua pátria ao estrangeiro, um cemitério de cadáveres sustenta essa nação, um rio de sangue de gerações corre sob nossos pés, e as almas de seus ancestrais nos observam há milênios, nos insuflando com seus sussurros, pedindo-nos coragem para defender a vida.

Dizem que é aqui, nesta terra miserável de feras, que nascerão os homens e as mulheres do futuro. Ave Cruz e Souza!

Dizem que é daqui, desta terra celeiro de mundo, onde as almas humilhadas e pisoteadas acalmar-se-ão ante a vilania dos boçais, e elas deixarão que os homens surjam de seu ventre, de seu redemoinho de lama, sangue e cal.

E com a espada em riste, pintados com a cor do sangue de Ogum, os homens sementes vencerão os abomináveis seres das trevas e conseguirão aplacar a dor das almas dos injustiçados. E conseguirão vingar-se dessas cabeças de prego que não pensam.

E fico assim a matutar: “Quem é o teu inimigo, o que tem fome e te rouba um pedaço de pão, chamá-lo teu inimigo?[…]”

O que chora e se enternece com o que sangra? O que se empalidece e se assombra com a capacidade desses zumbis de comerem a carne humana e ceifarem as vidas dos despossuídos da sorte.

“[…] mas não saltas ao pescoço do teu ladrão que nunca teve fome.”

Cante! Onde há vida, há esperanças

Não é possível uma ciência sem consciência

ou auto-cons-ciência

entender-se como parte de um t(u)do

e a simplicidade de reconhecer que o t(U)do nunca será vislumbrado

a mão estendida nunca tocará o abismo

 

Uma educação sem ética

razão

sabedoria

não atingirá o cósmico

desumanizar-se-á-antes-de-ser

 

É preciso compreender-se no real

enxergar-se no fenômeno

mergulhar no húmus

atravessar a bruma

lamber-se-lhes as feridas

a vida é transpassada por microcosmos

 

os elementos que compõe os corações

que pulsam e movem as mo(es)lé(fe)cu(ras)las

foram forjados nos núcleos das estrelas

Mas não sinto!

Minha bússola só encontra o Sol.

E quando sinto os raios quentes do Astro em minha face, eu só escuto a vida

Queria poder sentir esse cheio-de-nada que a modernidade me apresenta. Esse ouro de tolo.

E só encontro vazios.

E graças a Deus essas intermináveis proposições de nada, só me enchem de um tudo!

Que só a vida pode me dar.

Me pediram pra entender esse sofrimento, expressá-lo.

Mas quando acordo os raios do sol me acossam, me capturam os sentidos.

E meus sentidos, todo o meu sangue corre pro meu coração e me sussurra, bate, infla, estoura, só assim conseguirás me matar

Somente de desejos, meus! Genuínos, somente comigo a toda corrente dormirás na escuridão.

Somente a torrente de desejos me aniquilará. E lívido e feliz explodirei a minha existência para o infinito.

Por isso decidi ser um salva-vidas de projetos completos que não se projetam.

Decidi que o amor é minha arma. E que não vou deixar sequer passar um silêncio por mim, sem que eu nele insufle cores, como camaleões.

Me pediram pra tentar entender a morte, e o sentimento dos que buscam a morte.

Mas tudo o que passa na minha retina é a luz, meus Deus! Porque não sou capaz de produzir a luz nessa vida dos que embaçam?

Pensei! Será que meus irmãos não percebem que essa cultura que idolatra a razão é o cerne da falta de desejos?

Será que essa civilização que matou Deus, e criou essa ciência cruel da razão é o que tem nos conduzido para a morte?

Será que não é na falta de poesia e na opressão do corpo e a suas pulsões que está o gérmen da morte?

Meus queridos irmãos que nasceram ontem, percebam que é justo aí, nestes desejos que não são seus, que está a sua ausência de sentido?

Vocês, que nasceram ontem, nunca se perguntaram se o que está posto hoje é o real?

Nunca se perguntaram, se a vida, esse enigma que existe há milhões de anos, antes mesmo do entendimento, não é a verdadeira razão?

Bem mais cedo do que nós, que já somos os velhos, vocês já nascem com o mundo pronto. Será que não passa em suas cabeças que o mundo nasce das nossas cabeças?

E que toda a história do mundo está aí pra que vocês, crianças, as decifrem e as inventem?

Vocês já nascem com a razão, com as perguntas racionais. Esqueçam a razão, vocês já nascem conectados, usem as suas intuições, o mundo está em constante mutação.

Quem disse que o mundo está pronto e a novidade é a morte, o mundo meus jovens é o que vocês fizerem, destronem os opressores, os pregadores de verdades, pois esses são os velhos.

A vida que nasce a cada dia tem de se reinventar. E as crianças são os inventores do novo mundo.

A tecnologia mais inovadora de todos os tempos, é o amor.

Caosmos

Publicado: 23/06/2019 em Uncategorized

Das infinitas possibilidades
Versões do universo
A vida
Foi o caminho
O Tao
Que o cosmos encontrou para enxergar a si mesmo
E o amor…
Essa flor de lótus que nasce dentro da vida
Brotando de dentro de si mesmo
Engendrada por si mesmo

Nessa altura não se sabe se o amor pariu a vida
Ou se a vida pariu o amor

O que importa é que algo foi parido
Pra sempre
Big Bang ou Big Crunch
Que me importa!

Este amálgama que atravessa tudo
Energia invisível que conecta tudo
Energia Escura
Velocidade da luz
Buraco negro
Gravidade!
Buraco de minhoca
Passagem para outros mundos
Impressionante brilho que ilumina o dia e a noite
Sol… Iluminare!! Lua&strela

Pressente, passado e futuro agora
Alguns conseguem traduzi-lo em palavras-música, matemática
Outros pintam, dançam, pulam, saltam
Esperneiam
Outros… Gozam
Choram
Mas o mais fantástico
Sem precedentes
E ao mesmo tempo… Único
É sentir!!!

Amor!

Pulsando!

Como uma veia inflada

Uma gargalhada infinita

Um gozo histriônico de baleias saltando sobre um mar

Coração prestes ao ocaso

Um lançar-se feito flecha
E cair-se feito alvo

Espuma deliciando-se com uma gota de orvalho

Lágrima escorrendo por entre os desejos

Bolhas cintilantes de sabão saídas da boca

Vórtex terra sol planetas vórtex via Láctea vórtex Big Bang

Queda livre em rodopios… Planar

Tunc, tunc, tunc, tunc

Gozo amado vida nirvana Petite mort

Espanto!!
.
.
.
Espanto!!
.
.
Espanto!!
.

Sinfonia Vermelha de Deus!

Ca[-]Os[-]Mo[-]Se

Doce e o Amargo

Publicado: 22/06/2019 em Uncategorized

O sol que veste o dia
O dia de vermelho
O homem de preguiça
O verde de poeira
Seca os rios, os sonhos
Seca o corpo a sede na indolência

O sol que veste o dia
O dia de vermelho
O homem de preguiça
O verde de poeira
Seca os rios, os sonhos
Seca o corpo a sede na indolência

Beber o suco de muitas frutas
O doce e o amargo
Indistintamente
Beber o possível
Sugar o seio
Da impossibilidade

Até que brote o sangue
Até que surja a alma
Dessa terra morta
Desse povo triste

Composição: João Ricardo / Paulinho Mendonça

Decifra-me!

Rios de sangue
E corpos humanos
Escorrem sob a lama
Que escorre dos homens
Que operam o sistema

Rios de sonhos
Enterrados sob a lama
Que estravasa dos corpos
Dos homúnculos dos Psicopatas
Cujos corpos colam-se ao corpo do sistema

Rios de homens
Que sofrem o sistema
Que agridem Gaia
E sufocam a vida

Rios que não correm
Quando a vida ecoa
Das engrenagens presas
Das raízes canto

Rios que envergam
as raízes que descolam
Da planície que decola
E rasgam as peles e os órgãos
Dos homens que engolem
A saliva dos que abussam da fé

Risos que afogaram-se
Sonhos triturados
Mortes desaparecidas

Eram 12:30 quando a Vale
Engoliu o vale
E enterrou homens, mulheres, crianças
E os animais

Quem vale mais que 300?
Quem vale mais que a justiça
Quem vale mais que um povo?

Uma multidão invade a internet
Batendo panelas
Para eleger uma sentença

O futuro está incerto
As nuvens cheias
O mar revolto
As galáxias engolidas
Os asteróides nervosos
Dentro de seus rodopios

Século XXI
Teu nome é incerteza
Assassinaram os humanistas
Mataram Deus
Crucificaram as verdades
Prostituíram as ciências
Empalaram a política
Curraram a ética
Expulsaram do palco a utopia

Dedos denunciadores escreviam
Na lúgubre extensão da rua preta
Todo o destino negro do planeta
Onde minhas moléculas sofriam

Decifra-me!
Enquanto te devoro!

Sonho

Publicado: 09/03/2019 em Uncategorized

Não há nada mais fantástico

do que os pedacinhos de um coração despedaçado

abraçando-se pelo infinito.

(desconhecido)

No hay nada mais fantástico do que os pedacitos de um corazon despedaçado abracando-se pelo infinito.

Desejos Ancestrais

Publicado: 09/03/2019 em Uncategorized

Na hora em que vislumbramos os nossos desejos, ânsias e medos, expressados pela boca do outro, a quem intuímos que talvez haja uma determinação, dá-nos uma ânsia de expressarmos também, os nossos próprios desejos, medos e ânsias. E talvez isso nos una, posto que nos iguale enquanto humanos.

Nós somos uma constelação de mundos

Você imagina o início da vida.

Nós somos uma constelação de mundos

Imagina cada um

Nós somos uma constelação de mundos

Imagina toda essa confluência de mundos

multiplica

Nós somos uma constelação de mundos

Imagina se cada átomo carrega todas as informações de si

Nós somos uma constelação de mundos

É impossível conhecer a coisa que cria

Mas pra alguns iniciados a mensagem é aberta

A coisa criada

Imagina se possível a coisa criada

Nós somos uma constelação de mundos

o um criado

Nós podemos ser de várias formas

a forma que se forma tenta entender o que lhe forma

Nós somos uma constelação de mundos

e o quanto eu puder imaginar

Nós somos uma constelação de mundos

Entende aquele onde estás

Nós somos uma constelação de mundos

Você acredita mesmo que houve um princípio e um fim?

Você tem que buscar o que é bonito neste mundo, para que aconteça a mudança

Lembra meu irmão, o amor é tudo

Entendas que tu também enquanto crisol, sentes!

Nós somos uma constelação de mundos

Uma borboleta que bate asas na amazônia causa uma anomalia no sistema

Imagina uma dessintonia

Qual o teu compromisso com esse segundo após o big bang

Nós somos uma constelação de mundos

Até quando achas que é possível?

Eu preciso que me diga que me ama

Nós somos uma constelação de mundos

Quem disse que o sólido permanece

Tudo o que permanece é a mudança

Nós somos uma constelação de mundos

Não tem outro nome mais simples

Constelações de mundos

amor

Assim como é em cima é em baixo

e somos

Nós somos uma constelação de mundos

tudo é único

cada milissegundo descendo até o caos

é uma representação de si

tu não és apenas amor

és amor e matéria

Nós somos uma constelação de mundos

Amor é a variável que ninguém quer conhecer

por isso que pra ela agente vive

Nós somos uma constelação de mundos

vivendo uma constelação de mundos

e queremos muitos de vocês

você é mais um

Nós somos uma constelação de mundos

eu ia fazer a pergunta estupida se estamos

conectados

Tudo o que permanece é a mudança

Eu sou filho do mistério e do silêncio

somente o tempo vai me revelar quem sou

O Sapato

Publicado: 09/03/2019 em Uncategorized

Em 1919, a revolucionária Rosa Luxemburgo foi assassinada em Berlin.
Os assassinos a destroçaram a golpes de fuzil e
a jogaram nas águas de um canal.
Nesse caminho, ela perdeu um sapato.
Uma mão recolheu esse sapato caído na lama.
Rosa queria um mundo onde a justiça não fosse sacrificada em nome da liberdade,
nem a liberdade fosse sacrificada em nome da justiça.
Todos os dias alguma mão pega essa bandeira.
Jogada na lama, como o sapato.

Eduardo Galeano em Los hijos de los dias
(tradução livre do espanhol)

Maior

Publicado: 09/03/2019 em Uncategorized

Gotas caindo… percebo

Tocando-se umas nas outras…. observo

Há Chuva! … Concluo

Toca na chuva!! ….Ofereço

Tudo o que permanece é a Mudança!

================

Heráclito – tudo o que existe esta em permanente mudança

Lavoisier – na vida nada se perde, nada se cria, tudo se transforma

Prigogine – o motor da evolução é a mudança

Raul Seixas – metamorfose ambulante

Decifra-me!

Publicado: 09/03/2019 em Uncategorized

 

A moeda mais cara ao ser humano, é a confiança, o respeito, a fraternidade. O voto, em uma democracia, é a consolidação desses valores. Esses valores, em um sistema perverso, como o sistema capitalista global, cuja ética é baixíssima, que privilegia os sociopatas, e alimenta os psicopatas, esses valores caros aos humanos, nesse sistema não valhem nada. Esses bichos desprovidos de ética, se reproduzem materialisticamente, de pai pra filho. A valência, é que o amor é uma lei máxima do universo, incorruptível, numa sintonia molecular alcança uma abrangência cósmica.

Decifra-me!!
Enquanto eu te devoro!!

no brilho do olhar…

Publicado: 30/08/2018 em Uncategorized

Avatar de almozzerAndrey Mozzer \ .............. D............. E............ S........... F.......... R......... A........ G....... M...... E..... N.... T... A.. Ç. ÃO

Viver sem provocações deve ser um tédio…
um medo de abrir os olhos
um cansaço
uma fadiga insone

viver sem provocações deve ser angustiante
língua sem palavra
boca sem saliva
estômago amargo

viver sem provocações talvez seja
flor murcha
sem água e sal
coração sem desejo de bater

viver sem provocações deve ser
uma morte anunciada
uma penúria que mata
porque tem inveja dos provocados

Tem inveja de toda a Luz
Tem inveja das estrelas
Não conseguem aconchegar-se no brilho das ondas do Sol
a imensidão do Universo lhes incomoda

Viver sem provocações
meu Deus!!!
que sofrimento
coitados destes seres

Nascimentos abortados
e por isso tem ódio a Luz da vida
construir um propósito de suas essências
é um abismo intransponível

Quando vislumbram seus corpos
ao invés de declinarem diante da chama infinita
embaçam tudo o que lhes brilha
tudo o que ilumina suas fontes de ânsias e desejos

Viver…

Ver o post original 33 mais palavras

O mundo moderno, há 400 anos, vem estruturando um sistema que cria e beneficia sociopatas e psicopatas, pra que eles tenham as suas mansões cheias de vazio, de vaidades, de máscaras de sorriso, esse berço de tantas bestas assassinas. Um dos heróis dessa sociedadezinha, é a grandessíssima besta que triunfou em sua época como escritor, o tal do marques, Sade, cujo sobrenome foi utilizado na raiz da palavra do comportamento doentio que estás bestas adoram, o sadismo. Espezinhar e humilhar pessoas até que se tornem fezes, ou cadáveres, ou poças. Dizem até que foi esse sadismo, junto a outras tantas psicopatias que grudam nestas bestas, que deu origem a ideia do vampirismo, o que a meu ver, não é de todo desconexo. Hoje, a evolução dessa ideia macabra parecem ser os zumbis. Bestas, vampiros, zumbis, bichos sem cabeça ou de 7 cabeças, todos frutos de mentes perversas, ou mentes atormentadas pela perversão. Esse sistema perverso é o que permite que 7 bilhões de seres humanos se subordinem a estes animais que se auto intitulam de sangue azul, ou azougue, ou cal? Para que bilhões de pessoas tenham de passar fome de pão, sofrer da ausência de ideias, incapazes de enxergar as correntes que os aprisionam através das teletelas, subjugados pelas convenções, normas, dessa prostituta justiça, dessa política de cães de aluguel, dessa inapaixonante subserviência crônica. A plebe ignara aplaude os psicopatas que os aprisionam nestas prisões perfeitas para mentes lentas, algumas por fome de alimento, outras por fome de significado. Enclausuradas em suas cascas, barricadas de guerras civis, grades de prisões, as almas pardas aplaudem os sociopatas e seus panis et circenses, subordinadas que estão, inertes que estão, subjugadas que estão, elegem os sociopatas do momento, pois já esqueceram do holocausto fascista sofrido a tão pouco, conduzido por uma, ou várias destas bestas juntas, pois é só juntas mesmas que elas não se quebram, de tão covardes. As frestas dos seus crânios magros não rangem quando batem, relincham e soltam gases.

Imaginem a evolução das bestas da indústria farmacêutica, em suas ilhas, em seus helicópteros. Em 100 anos, quanto de medicamento inútil não foi mijado e defecado pelo povo boiada no meio ambiente, poluindo os lençóis freáticos do mundo. E as bestas da produção de alimentos com agrotóxicos? Quanta ganância é necessária para aniquilar um mundo, uma civilização inteira? O quanto dessa química misturada não poderia ser a razão de tantos cancros? E se somos um ecossistema, se somos Gaia, o quanto os dejetos dessa ganância tem afetado nossa nave? Se ontem nós éramos ignorantes sobre essas complexidades, que justificativas nós daríamos hoje, para trapacear o entendimento?

Talvez as civilizações realmente inteligentes do universo não tenham aparecido ainda, depois desse sistema fantástico de idiotas sabotando a si mesmos há 400 anos, porque já tenham desistido ante tanta estupidez, e estejam apenas aguardando estes homo-vapyr-sapiens jogarem a si mesmos e a toda humanidade dentro do saco preto da cova. Gaia sobreviverá a nossa ganância, sempre, já sobreviveu a dinossauros e asteroides, não sucumbiria ao desejo insípido destas moscas.

Assistindo ao documentário O Olho de Hórus, é interessante ver o quanto já fomos avançados no passado, uma das civilizações mais honestas e avançadas deve ter sido a egípcia, de lá pra cá só vaidades, ganância, poder, mentiras, ilusões, ignorância, etc. Muita vida inteligente sim, no passado, cujo fim era a vida, o mistério, decifra-me ou te devoro, a esfinge, construída há 12 mil anos pelos Shemsu Hor – Os Filhos da Luz.

Segundo o documentário Crop Circles, a vida inteligente do universo ainda não desistiu da vida humana na terra, eles não se intimidaram com a infinita estupidez humana destas bestas, que hora estão no poder. Não desapiedaram-se dos alienados, eles continuam mandando mensagens até hoje. Querem-nos fora dessa caverna de ignorância, dessa subserviência, dessa escravidão. Estão nos dando uma chance de reação, acreditando que essa infinita estupidez é apenas da Intelligentzia que por hora assumiu o poder sobre 7 bilhões de pessoas. O amor, embora simbolizado e nomeado por nós, é criação do universo, já a guerra, a ira, o ódio, são das mesquinhezas humanas. 7 bilhões de seres humanos são mais que a ambição, que a vaidade, que a estupidez de alguns milhares de espertos ao contrário.