Arquivo de agosto, 2018

no brilho do olhar…

Publicado: 30/08/2018 em Uncategorized

Avatar de almozzerAndrey Mozzer \ .............. D............. E............ S........... F.......... R......... A........ G....... M...... E..... N.... T... A.. Ç. ÃO

Viver sem provocações deve ser um tédio…
um medo de abrir os olhos
um cansaço
uma fadiga insone

viver sem provocações deve ser angustiante
língua sem palavra
boca sem saliva
estômago amargo

viver sem provocações talvez seja
flor murcha
sem água e sal
coração sem desejo de bater

viver sem provocações deve ser
uma morte anunciada
uma penúria que mata
porque tem inveja dos provocados

Tem inveja de toda a Luz
Tem inveja das estrelas
Não conseguem aconchegar-se no brilho das ondas do Sol
a imensidão do Universo lhes incomoda

Viver sem provocações
meu Deus!!!
que sofrimento
coitados destes seres

Nascimentos abortados
e por isso tem ódio a Luz da vida
construir um propósito de suas essências
é um abismo intransponível

Quando vislumbram seus corpos
ao invés de declinarem diante da chama infinita
embaçam tudo o que lhes brilha
tudo o que ilumina suas fontes de ânsias e desejos

Viver…

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O mundo moderno, há 400 anos, vem estruturando um sistema que cria e beneficia sociopatas e psicopatas, pra que eles tenham as suas mansões cheias de vazio, de vaidades, de máscaras de sorriso, esse berço de tantas bestas assassinas. Um dos heróis dessa sociedadezinha, é a grandessíssima besta que triunfou em sua época como escritor, o tal do marques, Sade, cujo sobrenome foi utilizado na raiz da palavra do comportamento doentio que estás bestas adoram, o sadismo. Espezinhar e humilhar pessoas até que se tornem fezes, ou cadáveres, ou poças. Dizem até que foi esse sadismo, junto a outras tantas psicopatias que grudam nestas bestas, que deu origem a ideia do vampirismo, o que a meu ver, não é de todo desconexo. Hoje, a evolução dessa ideia macabra parecem ser os zumbis. Bestas, vampiros, zumbis, bichos sem cabeça ou de 7 cabeças, todos frutos de mentes perversas, ou mentes atormentadas pela perversão. Esse sistema perverso é o que permite que 7 bilhões de seres humanos se subordinem a estes animais que se auto intitulam de sangue azul, ou azougue, ou cal? Para que bilhões de pessoas tenham de passar fome de pão, sofrer da ausência de ideias, incapazes de enxergar as correntes que os aprisionam através das teletelas, subjugados pelas convenções, normas, dessa prostituta justiça, dessa política de cães de aluguel, dessa inapaixonante subserviência crônica. A plebe ignara aplaude os psicopatas que os aprisionam nestas prisões perfeitas para mentes lentas, algumas por fome de alimento, outras por fome de significado. Enclausuradas em suas cascas, barricadas de guerras civis, grades de prisões, as almas pardas aplaudem os sociopatas e seus panis et circenses, subordinadas que estão, inertes que estão, subjugadas que estão, elegem os sociopatas do momento, pois já esqueceram do holocausto fascista sofrido a tão pouco, conduzido por uma, ou várias destas bestas juntas, pois é só juntas mesmas que elas não se quebram, de tão covardes. As frestas dos seus crânios magros não rangem quando batem, relincham e soltam gases.

Imaginem a evolução das bestas da indústria farmacêutica, em suas ilhas, em seus helicópteros. Em 100 anos, quanto de medicamento inútil não foi mijado e defecado pelo povo boiada no meio ambiente, poluindo os lençóis freáticos do mundo. E as bestas da produção de alimentos com agrotóxicos? Quanta ganância é necessária para aniquilar um mundo, uma civilização inteira? O quanto dessa química misturada não poderia ser a razão de tantos cancros? E se somos um ecossistema, se somos Gaia, o quanto os dejetos dessa ganância tem afetado nossa nave? Se ontem nós éramos ignorantes sobre essas complexidades, que justificativas nós daríamos hoje, para trapacear o entendimento?

Talvez as civilizações realmente inteligentes do universo não tenham aparecido ainda, depois desse sistema fantástico de idiotas sabotando a si mesmos há 400 anos, porque já tenham desistido ante tanta estupidez, e estejam apenas aguardando estes homo-vapyr-sapiens jogarem a si mesmos e a toda humanidade dentro do saco preto da cova. Gaia sobreviverá a nossa ganância, sempre, já sobreviveu a dinossauros e asteroides, não sucumbiria ao desejo insípido destas moscas.

Assistindo ao documentário O Olho de Hórus, é interessante ver o quanto já fomos avançados no passado, uma das civilizações mais honestas e avançadas deve ter sido a egípcia, de lá pra cá só vaidades, ganância, poder, mentiras, ilusões, ignorância, etc. Muita vida inteligente sim, no passado, cujo fim era a vida, o mistério, decifra-me ou te devoro, a esfinge, construída há 12 mil anos pelos Shemsu Hor – Os Filhos da Luz.

Segundo o documentário Crop Circles, a vida inteligente do universo ainda não desistiu da vida humana na terra, eles não se intimidaram com a infinita estupidez humana destas bestas, que hora estão no poder. Não desapiedaram-se dos alienados, eles continuam mandando mensagens até hoje. Querem-nos fora dessa caverna de ignorância, dessa subserviência, dessa escravidão. Estão nos dando uma chance de reação, acreditando que essa infinita estupidez é apenas da Intelligentzia que por hora assumiu o poder sobre 7 bilhões de pessoas. O amor, embora simbolizado e nomeado por nós, é criação do universo, já a guerra, a ira, o ódio, são das mesquinhezas humanas. 7 bilhões de seres humanos são mais que a ambição, que a vaidade, que a estupidez de alguns milhares de espertos ao contrário.