O Político Entreguista – Gigolôs da Pátria

Publicado: 09/04/2018 em Uncategorized

O político entreguista, normalmente vem da classe dominante, cercado de oportunidades que são negadas a maioria das pessoas. Uma delas a educação formal, embora a sua educação familiar, na grande maioria das vezes, seja de baixa qualidade moral. Ocupa os cargos públicos como se fossem patrimônio da sua família e não do seu povo, posto que não tem o sentimento de solidariedade e sentimento de nação. E através da educação familiar e de seus pares, tem uma capacidade de obediência cega a tudo que é instituído, é quase incapaz de liberdade. E é através desse sentimento de obediência que ele vende tudo para conseguir mais capital do que sua família já lhe proporcionaria sem muito esforço. Ele é capaz vender a sua própria dignidade, se isso lhe der um pouquinho mais de capital. É um bárbaro, um sem país, um sem nação. E tem um sentimento de obediência e subserviência quase doentio a nação dominante do mundo de sua época, pois nasceu para ser um pária. Além do que, reza todos os dias para que o sistema capitalista lhe traga a emoção, que ele é incapaz ter com outras pessoas. Não sabe o que é o amor, a solidariedade, a liberdade, a fraternidade, o carinho. É um infeliz, do dia em que nasce, até o dia em morre, pois só sente algum tipo de emoção quando oprime o outro, quando escraviza, quando estupra e mata. E quando consegue ascender ao poder e provocar a morte de milhões com a sua sociopatia. Aí sim, ele esboça um sorriso, pálido é falso… sorri de frente para o espelho, para si mesmo, como se a imagem refletida, fosse de um outro ser vivo. E tenta, desesperadamente, comunicar-se com o seu reflexo, na tentativa vã, de negar a solidão.

Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?

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