Arquivo de janeiro, 2014

Saudações Atlânticas!!!

Publicado: 25/01/2014 em Uncategorized

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Penso que estamos seguindo um caminho

que nos foi sugerido por Gigantes.

O desafio da existência é o nosso Norte,

o Milagre da Existência o nosso destino.

A Vida o nosso prêmio.

A valorização da Vida,

Nossa missão.

Saudações Atlânticas!!!

Fragmento da dedicatória do livro presenteado ao amigo Hilquias Scardua, um dos artistas que contribuíram com o livro Desfragmentação.

Dedicatória_Hilquias

Prometheus

Publicado: 17/01/2014 em Uncategorized

 

Prometheus (written 1774, unauthorised publication 1785, authorised publication 1789)

Goethe

Bedecke deinen Himmel, Zeus,
Mit Wolkendunst!
Und übe, Knaben gleich,
Der Disteln köpft,
An Eichen dich und Bergeshöhn!
Mußt mir meine Erde
Doch lassen stehn,
Und meine Hütte,
Die du nicht gebaut,
Und meinen Herd,
Um dessen Glut
Du mich beneidest.
Cover your heaven, Zeus,
With misty cloud!
And practice your thunder,
Like boys who cut heads off thistles,
On oaks and mountain heights!
Even so you will still have to leave
My earth standing for me,
And my hut,
Which you did not build,
And my cooker,
Because of whose glow
You envy me.
Encobre, ó Zeus!
o céu com suas nuvens.
E como o jovem
que gosta de colher
cardos no campo, em teu poder conserva
o robusto carvalho e o alto cume
da espaçosa montanha.
Mas consente que eu use
essa terra que é minha,
esse abrigo que eu fiz,
e esta forja que quando faço arder,
tu, no Olimpo, me invejas.
Ich kenne nichts Ärmeres
Unter der Sonn als euch Götter.
Ihr nähret kümmerlich
Von Opfersteuern
Und Gebetshauch
Eure Majestät
Und darbtet, wären
Nicht Kinder und Bettler
Hoffnungsvolle Toren.
I know nothing poorer
Under the sun than you gods.
You feed your majesty wretchedly
On sacrifical taxes
And wafting prayers
And you would starve, if
Children and beggars were not
Hopeful fools.
Nada mais pobre eu conheci, ó deuses
do que vós próprios.
Apenas vos nutris
de sacrifícios
e de preces,
dedicados a vossa majestade.
Morreríeis de fome se não fossem
as crianças, os loucos, os mendigos
que vivem de ilusões.
Da ich ein Kind war,
Nicht wußte, wo aus, wo ein,
Kehrte mein verirrtes Aug
Zur Sonne, als wenn drüber wär
Ein Ohr zu hören meine Klage,
Ein Herz wie meins,
Sich des Bedrängten zu erbarmen.
When I was a child,
And didn’t know ‘out’ from ‘in’,
My confused eye turned
To the sun, as if above it there were
An ear to hear my complaint,
A heart like mine,
To have mercy on those in trouble.
Quando eu era menino
e nada conhecia,
ao sol se erguiam meus sentidos olhos
como se lá houvessem
ouvidos que escutassem meus lamentos,
e um coração tivesse igual ao meu
capaz de consolar a minha angústia.
Wer half mir wider
Der Titanen Übermut?
Wer rettete vom Tode mich,
Von Sklaverei?
Hast du’s nicht alles selbst vollendet,
Heilig glühend Herz?
Und glühtest, jung und gut,
Betrogen, Rettungsdank
Dem Schlafenden dadroben?
Who helped me against
The pride of the titans?
Who rescued me from death,
From slavery?
Didn’t you achieve all this by yourself,
My sacred, glowing heart?
And glowed, young and good,
Deceived, with thanks for your rescue
To that sleeper up there?
E quem contra insolência
da turba dos titãs me auxiliou?
Quem me salvou da morte
e me impediu a escravidão?
Não foste tu meu coração somente
ardendo numa chama inextinguível?
Jovem e  ingênuo eu tudo agradecia
àquele que no céu
dorme na ociosidade.
Ich dich ehren? Wofür?
Hast du die Schmerzen gelindert
Je des Beladenen?
Hast du die Tränen gestillet
Je des Geängsteten?
Hat nicht mich zum Manne geschmiedet
Die allmächtige Zeit
Und das ewige Schicksal,
Meine Herren und deine?
I – honour you? What for?
Have you ever soothed the pain
Of those who are weighed down?
Have you ever dried the tears
Of those who are distressed?
Was it not all-powerful time
Which forged me into a man,
And eternal fate,
My masters and yours?
Como prestar-te honra? Mas por que?
Deste jamais alívio
aos oprimidos?
Já enxugaste as lágrimas
dos que são infelizes?
Formei um homem,
mas um homem afinal que só se curva
perante o Tempo e o Fado
que são tão meus senhores como teus.
Wähntest du etwa,
Ich sollte das Leben hassen,
In Wüsten fliehn,
Weil nicht alle Knabenmorgen-
Blütenträume reiften?
Did you really believe
That I should hate life,
And flee into deserts,
Because all my boyish morning
Blossom dreams did not ripen?
Pensaste tu talvez
que poderia desprezar a vida
e ao deserto fugir
porque nem todos
os meus sonhos floriram?
Hier sitz ich, forme Menschen
Nach meinem Bilde,
Ein Geschlecht, das mir gleich sei,
Zu leiden, weinen,
Genießen und zu freuen sich,
Und dein nicht zu achten,
Wie ich.
Here I sit, and create human beings
In my own image,
A race that shall be like me,
To suffer, cry,
Enjoy and please themselves,
And to disrespect you
Like me.
Aqui estou.
Homens faço segundo a minha imagem,
Homens que serão logo iguais a mim.
Divertem-se e padecem,
gozam e choram
mas não se renderão aos poderosos
como também eu nunca me rendi!

http://gutenberg.spiegel.de/buch/3670/118

 

Há um ditado popular que sentencia: Nem só de pão vive o homem.

https://andreymozzer.wordpress.com/adquira-o-livro-desfragmentacao/

O livro pode ser adquirido no Estante Virtual: http://www.estantevirtual.com.br/almozzer

É preciso que nos empoderemos.

Que nos armemos. Que sejamos o germe da resistência.

Um dos pontos importante para isso é que nós precisamos ler mais.

Estudar mais e pensar mais.

Penso que escrevi e organizei uma obra com potência para provocar espantos.

Saudações Atlânticas!!

Andrey Mozzer

Desfragmentação