Não somos inimigos, mas amigos.
Não devemos ser inimigos.
Ainda que paixão o obrigue, não devemos romper nossa afeição.
As cordas místicas da memória reviverão ao serem tocadas…
tão certo como serão pelos anjos de nossa natureza.
Citado em: American History X (A Outra História Americana)
O mais interessante ainda, nessa frase, é que ora ela é atribuída a Martin Luther King, hora a Abraham Lincoln.
Será mesmo que importa se o autor é branco ou negro? Se a ideia é azul ou vermelha?
Será mesmo que quem uniu estas palavras em uma ideia tão atemporal, gostaria que elas tivessem um dono?
Qual é o espírito dessa frase? Ela tenta aprisionar ou libertar. Ela tem uma cor, uma matéria?