O MAL ABRIGA-SE NO INSUPORTÁVEL SILÊNCIO DAQUELES QUE NÃO FORAM CONVIDADOS PELO AMOR, A CHORAR, EXISTIR E LUTAR PELA VIDA.
A maldade habita e finca raízes fortes e covardemente parasitárias, e envergonhada na sua inércia, entranha-se nos subterrâneos dos silêncios e da impotência, daqueles que não estão sendo chamados para ouvir e sentir.
Alijados e aleijados dos processos mentais que permitem a escuta, absorção e entendimento, não se espantam e por conseguinte não se sensibilizam com o convite diário feito pelo amor, para participarem dos fantásticos mistérios da vida e das possibilidades titânicas da existência humana.
”É de um homem para o outro que se passa o pão celestial de ser o si mesmo.” Buber