"Quando uma cultura se vê tomada por profundas convulsões em um perído de transição, é compreensível que as pessoas sofram uma convulsão espiritual e emocional; e ao perceberem que os códigos de moral estabelecidos e linhas de pensamento não mais oferecem segurança, as pessoas tendem a mergulhar no dogmatismo e no conformismo renunciando à consciência, ou são forçadas a lutar por uma autoconsciência mais elevada com o objetivo de reavivarem suas existências com nova convicção e sobre novas bases. Esta é uma das mais importantes afinidades do movimento existencial com a psicoterapia – ambas tratam de indivíduos em crise." Rollo May (1988, p. 61)